segunda-feira, 22 de junho de 2015

Fernanda Onetta e Stefane Viegas. I- Fontes de pesquisa. Leitura e análise

Texto 5

      Nem sempre os escravos, africanos ou crioulos, aceitaram se integrar à sociedade escravista brasileira, enquadrando-se em algum tipo de relação com seus senhores. Também foram várias formas de resistir à escravidão que encontraram, seja negando-a totalmente pela fuga, seja negociando melhores condições de vida e trabalho.
     Fugir era o recurso mais radical que os escravos tinham para escapar da escravidão. E eram muitos os que fugiam. Para os sertoẽs, se embrenhando nos matos, ou para os arredores das cidades, se escondendo em lugares de difícil acesso. Fugiam juntos ou sozinhos, seguindo um plano ou aproveitando uma oportunidade inesperada. Os agrupamentos de escravos fugidos eram chamados de quilombos, e podiam ter poucas pessoas, dezenas, centanas ou até milhares de moradores, como chegou a ter palmares, o maior quilombo que existiu no Brasil e o que mais durou.

Responda:
a) Que formas foram utilizadas pelos africanos e afrodescendentes para resistir à escravidão? Foram várias formas de resistir à escravidão que encontraram, seja negando-a totalmente pela fuga, seja negociando melhores condições de vida e trabalho.


b) Descreva a formação e a organização do Quilombo do Palmares? Os agrupamentos de escravos fugidos, os quilombos podiam ter poucas pessoas, dezenas, centanas ou até milhares de moradores, como chegou a ter palmares, o maior quilombo que existiu no Brasil e o que mais durou.

Navio negreiro.


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